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Vizinhos (EUA, 2014)

| quinta-feira, 19 de junho de 2014

O conflito principal de Vizinhos é claramente apresentado nos trailers e na sinopse. Dois vizinhos estão em guerra: um deles é um jovem pai de família, em busca de tranquilidade, e o outro é um universitário popular, em busca de festas e mulheres. Além de confrontar esses dois estilos de vida, esta comédia vai além, e brinca com duas visões da masculinidade, seja o ideal de vida do jovem solteiro (desejado pelas mulheres, venerado por outros homens, livre e impulsivo), seja o ideal de vida do adulto casado (com esposa bela, vida sexual frenética, ainda belo e garanhão). No caso, os dois homens falham completamente em atingir esse ideal. O humor hilário e politicamente incorreto do filme surge da quebra desta idealização.

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Coração de Leão - O Amor Não Tem Tamanho (Argentina, 2013)

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O fato é que este filme baseia a sua única originalidade no pressuposto (ele próprio já um pouco preconceituoso) de que uma mulher bela e de estatura comum dificilmente se apaixonaria por um anão. O nanismo não é tratado de maneira natural, muito pelo contrário. Toda a direção é pensada de maneira a ressaltar a diferença de tamanho entre os dois, como na cena em que almoçam juntos, e o enquadramento compara-os lado a lado, sentados em cadeiras iguais - os pés dela firmes no chão, os dele balançando no ar. Quando León vai tropeçar em alguém na rua, uma musiquinha antecipa alegremente o fato; quando ele fica preso no alto de um móvel da cozinha, a montagem faz a cena durar uma eternidade, aparentemente para deixar o público rir à vontade.

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A Culpa é das Estrelas (EUA, 2014)

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Por ser um melodrama, é esperado que o romance apele para as emoções do público, partindo da identificação com os personagens. Mas ao contrário dos típicos “filmes para chorar”, que inventam sucessivos conflitos para tornar a história mais lacrimosa, este projeto anuncia desde o começo a único (e imenso) problema dos protagonistas: o câncer. Todos os conflitos serão decorrentes desta doença, sem tornar o calvário da dupla maior do que o necessário apenas para despertar o choro. Por isso, o projeto parece bastante honesto, e menos manipulador do que a grande maioria das obras do gênero.

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Oldboy - Dias de Vingança (EUA, 2014)

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Para dizer de maneira bem clara, Spike Lee transformou o estilo anárquico e niilista de Park Chan-wook em uma obra limpinha, linear e moralista. Os personagens tornaram-se mocinhos e vilões: o protagonista, Joseph (Josh Brolin), é retratado como o maior canalha do mundo antes de ser preso. No entanto, logo depois, decide se tornar uma pessoa melhor para a sua filhinha lá fora (violinos e flashbacks românticos entram em cena). Marie, a garota que o ajuda (Elizabeth Olsen), também fez coisas ruins em sua vida, mas hoje trabalha em um centro de apoio católico e tenta fazer o bem. Esta virou uma história de redenção, sobre pessoas que buscam se tornar melhores para Deus, para os filhos e para os maridos e esposas.

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Malévola (EUA, 2014)

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A experiência de assistir a Malévola é bastante curiosa. Por um lado, esta ainda é a história bem conhecida da Bela Adormecida, com os mesmos elementos consagrados (maldição da vilã, dedo espetado, sono da princesa, beijo salvador). Por outro lado, a fábula nunca tinha sido vista dessa maneira, com um festival de imagens digitais, efeitos sonoros e espetáculo pirotécnico. Esta é mesmo uma versão moderna da história, como anunciaram os produtores, mas a forma está mais modernizada do que o conteúdo.

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Setenta (Brasil, 2014)

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A vantagem deste retrato pessoal sobre a época da ditadura é poder chegar mais perto dos personagens, e perceber nas entrelinhas a distância que estes militantes tomaram em relação às suas atitudes quando jovens. É um prazer observar este grupo culto e desenvolto discorrer tão bem sobre as suas motivações, ao mesmo tempo em que refletem sobre a (im)possibilidade da luta armada nos dias de hoje. Neste sentido, Setenta é menos um filme histórico do que uma obra política – embora não partidária. A diretora descreveu seu trabalho como “não ideológico”, um termo contestável, mas significativo da intenção de permanecer perto das individualidades, e não do discurso coletivo. Neste sentido, a obra se aproxima da estrutura do diário, do álbum de retratos.

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Uma Longa Queda (A Long Way Down, 2013)

| domingo, 25 de maio de 2014

Para apreciar esta comédia dramática, primeiro você precisa aceitar a premissa um tanto absurda: quatro indivíduos pouco ou nada angustiados se encontram no topo de um prédio, ao mesmo tempo, com a intenção de se matar. Eles instantaneamente fazem piadas uns com os outros (“Você me empresta a escada depois de pular?”), assinam um pacto de permanecerem vivos e tornam-se melhores amigos. No mesmo instante, nasce o sol para iluminar seus rostos e despertar um sorriso em cada um. Esta poderia ser toda a história de Uma Longa Queda, mas é apenas a cena inicial.

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Uma Relação Delicada (França, 2013)

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O título original desta produção (o mais apropriado “Abuso de vulnerável”) levou muitas pessoas a pensar que esta seria uma história unilateral sobre um perigoso manipulador e uma pobre vítima. Alguns críticos inclusive descartaram a história como sendo implausível: Como uma mulher inteligente se deixaria ludibriar por um tipo assumidamente desonesto? Pois este pensamento racional não se aplica a personagens guiados acima de tudo pelas emoções. De certa maneira, Maud não quer ser ressarcida, porque isso terminaria a relação de dependência entre eles, terminando também a amizade. Vilko, por sua vez, tem interesse em manter Maud viva e feliz, para que continue assinando os seus cheques. Assim, inesperadamente, eles se ajudam. Ora um tenta tomar o controle da relação, ora o outro assume o comando, em um precário e eletrizante equilíbrio de forças.

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Praia do Futuro (Brasil, 2014)

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Karim Aïnouz sempre demonstrou talento para filmar os corpos de seus atores, mas neste drama, o corpo é o centro dos enquadramentos, único elemento capaz de gerar conflito e fazer a história se desenvolver. A câmera se aproxima dos braços dos salva-vidas, das silhuetas transando, dos cadáveres se afogando, dos braços cobertos por um gesso, das brigas entre os homens. O cineasta oculta todo diálogo supérfluo e qualquer traço de psicologia dos personagens, construindo um filme behaviorista, em que a única compreensão possível para o comportamento dos protagonistas passa pelos gestos e expressões.

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Sob a Pele (Reino Unido, 2013)

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O diretor Jonathan Glazer, responsável por outras tramas inusitadas como a de Reencarnação (2004), tem um gosto pela estranheza artística, autoral. Assim, nada de gosmas e sangue jorrando, ou mortes espetaculares, apenas uma sequência de imagens cuidadosamente enquadradas, meticulosamente iluminadas e filmadas. Esta é uma rara ficção científica elegante, pomposa, combinando o cinema de autor dos grandes festivais – foi selecionado em Veneza e Londres – com um mote típico das produções trash, por combinar alienígenas com o erotismo explícito e assumidamente gratuito.

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Do Lado de Fora (Brasil, 2014)

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Esta comédia dramática nacional parte de um princípio nobre: relatar as dificuldades de gays e lésbicas em assumirem publicamente a sua homossexualidade. O ponto de vista é otimista, terno, sugerindo que a solução encontra-se na solidariedade e na união entre homossexuais. As boas intenções são louváveis, mas o discurso unilateral não basta para fazer um bom filme, que exigiria, em primeiro lugar, uma reflexão sobre a maneira como esses conflitos são mostrados em tela.

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Eu, Mamãe e os Meninos (França, 2013)

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Para além do desfile curioso de personagens, a história chama a atenção por apresentar garotos efeminados, pais machistas, mães viris. Diante desses clichês em potencial, o ator consegue extrair humor da personalidade de cada um, e não do fato de serem gays/lésbicas/travestis etc. O protagonista se expõe, em primeira pessoa, enquanto representa as suas crises, seus momentos de dúvida, de crise, de humilhação. Transmite-se uma verdadeira ternura, pela confissão frágil e sincera do autor.

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Longwave - Nas Ondas da Revolução (Suíça/Portugal, 2013)

| quinta-feira, 1 de maio de 2014

É interessante que a política não seja o centro da história, e que os protagonistas integrem este cenário de maneira acidental. O diretor suíço Lionel Baier traz um olhar assumidamente estrangeiro, externo, sem compromisso com a veracidade histórica. Seu interesse é a paródia dos valores, da moral, com farpas destinadas a todos os presentes – tanto os revolucionários quanto os governistas. Melhor ainda, o cineasta não se limita a ilustrar eventuais piadas do roteiro, construindo o humor através dos enquadramentos, da luz, do som, da montagem. Isto sim é uma comédia inteligente, por transparecer a reflexão do diretor sobre o uso da linguagem cinematográfica na construção das situações assumidamente patéticas.

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Jackie (Holanda, 2012)

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A evolução das protagonistas ocorre pelo contato com a América profunda, marcadas por pessoas brutas, desertos cheio de cobras e bares repletos de estupradores. Por isso, a figura oposta às duas frágeis europeias é a mãe americana Jackie, espécie de mulher das cavernas que dispara um rifle com maior frequência do que pronuncia uma frase. Holly Hunter faz desta personagem uma mulher animalesca, endurecida por instinto de sobrevivência no inóspito estado de Novo México.

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O Passado (França, 2013)

| quarta-feira, 23 de abril de 2014

De seu Irã natal, Farhadi foi seduzido pelo convite de filmar um drama na França, que ofereceria uma estrutura de produção muito mais confortável do que a existente no Oriente Médio. O resultado foi O Passado, história que apresenta alguns dos atrativos que faziam de A Separação um filme tão inteligente, mas em proporções muito, muito menores. Talvez por estar menos familiarizado com a cultura francesa, Farhadi escolheu não fazer um grande tratado dos costumes locais, concentrando-se no drama de uma família específica, cujos conflitos não necessariamente refletem aqueles de toda a nação. Ou seja, enquanto A Separação - e também Procurando Elly e Fireworks Wednesday - portavam a ambição de serem retratos sociológicos, este novo drama adentra o terreno psicológico, através das ferramentas do melodrama.

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Divergente (EUA, 2014)

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É curioso o mundo de Divergente. Logo nos minutos iniciais, Tris (Shailene Woodley) explica direitinho ao espectador que, em um futuro não muito distante, a cidade de Chicago está destruída e os moradores foram separados em facções, de acordo com suas qualidades e escolhas. Como ocorreu essa separação? Ninguém protestou no início? O que havia antes da divisão? Por que estas cinco facções, e não outras? O sistema de divisão dá conta de profissões como agricultores (Amizade), advogados (Erudição) e guardas (Audácia), mas onde ficam os médicos, os artistas? O que fazem aqueles da Franqueza? Não se sabe.

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Pelo Malo (Venezuela, 2013)

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O título deste drama desperta curiosidade: “Pelo Malo”, em espanhol, significa “cabelo ruim”. O nome não foi traduzido pelos distribuidores brasileiros, talvez para não remeter a qualquer ideia de preconceito. Mas o preconceito é justamente o tema desta bela obra venezuelana, não apenas contra o dito cabelo ruim, mas também contra a homossexualidade, a pobreza, as mulheres etc. Pelo Malo é, de certa forma, um filme sobre a dominação e a injustiça em sociedades pobres.

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Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (Brasil, 2014)

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Hoje Eu Quero Voltar Sozinho trabalha os conflitos da trama de maneira leve, terna. Os momentos pontuais de bullying praticados por um grupo de colegas não deixam grandes marcas em Leonardo; as brigas com os pais se dissipam em minutos; as disputas com Giovana apresentam uma evidente perspectiva de reconciliação. O universo não é hostil às minorias, pelo contrário: o garoto Gabriel (Fabio Audi), paixão de Leonardo, aparece logo na primeira cena, senta-se convenientemente atrás dele, e quando Gi perde seu grande amor, um aluno novo entra pela porta da sala de aula e sorri para ela. Este roteiro é romântico, até ingênuo, em sua preocupação zelosa e paterna de garantir a todo personagem sua devida cota de amor.

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Violet (Bélgica/Holanda, 2014)

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A sinopse do drama belga Violet informa que um garoto testemunha o assassinato de um colega, e depois passa a sofrer o trauma desta experiência. De fato, desde a primeira cena, o crime está presente, mas é difícil prestar a atenção em qualquer outra coisa que não seja a própria imagem. A direção de Bas Devos impõe-se de tal maneira que a estética parece o principal tema e único objetivo desta obra.

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Fugindo do Amanhã (EUA, 2013)

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No papel, a ideia de Fugindo do Amanhã parece ótima: um grupo de jovens decidiu fazer uma ficção nos parques da Disney, na Flórida, sem que o próprio parque soubesse do projeto. Como diversos visitantes locais também possuem câmeras e máquinas fotográficas, registrando tudo ao redor, seria possível passar despercebido e criar uma história envolvendo elementos que a Disney não possui: sexo, terror e a estética em preto e branco. O diretor Randy Moore merece os parabéns pela ousadia e pela criatividade. Mas ao invés de construir uma história subversiva e questionadora, Moore elaborou uma história que curiosamente tem pouco a ver com o universo de Mickey e companhia: o terror não vem do parque (como ocorreria com atrações defeituosas ou funcionários agressivos, por exemplo), e sim de um delírio muito pessoal do protagonista, Jim (Roy Abramsohn).

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As Filhas (Alemanha, 2014)

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É justamente pelo lado do intimismo e do retrato freudiano que parte o filme de Maria Speth. De maneira fria e precisa, a cineasta revela o percurso desta mãe, presa entre quartos de hotel e bares, sentindo-se impotente diante do conflito a resolver. Corinna Kirchhoff interpreta Agnes com uma elegância glacial, lembrando os gestos e expressões que tanto fascinam em outras atrizes mais velhas, como Charlotte Rampling. Nada de choro, nada de atuações em estilo Actor’s Studio: tudo em Kirchhoff é contido, interiorizado, em comunhão com a estética austera da diretora.

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O Dia do Mineiro (França, 2013)

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Este documentário fornece uma dimensão tragicômica desta profissão em vias de desaparecimento. Como um bom cronista, o diretor Gaël Mocaër registra as interações entre os profissionais, conferindo ao título O Dia do Mineiro um significado duplo e oposto: por um lado, torna-se algo especial, quando se refere ao feriado mencionado acima, que ocorre uma vez ao ano, por outro lado, diz respeito ao banal, ao cotidiano, ao “dia a dia do mineiro”. Mocaër atua nestes dois registros, buscando uma imagem especial nos gestos comuns destes homens.

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Não Se Preocupe (Alemanha/Suíça, 2013)

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Se a originalidade não é o ponto alto da história, pelo menos as opções estéticas de Jeshua Dreyfus chamam a atenção. O jovem cineasta suíço acompanha estes jovens com uma câmera livre, participativa, que faz do espectador um personagem a mais, inserido no meio da roda de risos, gritos e lágrimas. Apoiando-se nas imagens em grande angular, Dreyfus reforça a importância da natureza ao redor, sugerindo que o contato com as árvores e colinas é determinante para os abalos psicológicos que estão por vir.

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Planeta Solitário (EUA / Alemanha, 2011)

| domingo, 6 de abril de 2014

Planeta Solitário une-se a outras obras interessantes, como Mar Aberto, Meek’s Cutoff e A Faca na Água, em que a viagem de um pequeno grupo de personagens acaba se transformando em pesadelo pelos próprios perigos da natureza e da convivência forçada. O realismo surge como a estética perfeita do terror (nada mais assustador do que ver o tempo de passando, o perigo se aproximando...), por isso a diretora trata as cenas de maneira calma, com diálogos naturais, dando tempo aos atores para demonstrarem sua dinâmica de casal, suas brincadeiras, sua personalidade. É nesses tempos “mortos” que se desenvolve uma tensão crescente, fundamental para a adesão do público.

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Justin e a Espada da Coragem (Espanha, 2013)

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Esta simples fábula de autodescoberta e de amor familiar consegue superar a banalidade do gênero por uma combinação acima da média entre roteiro e técnica. Mesmo a conclusão encontra uma maneira de conciliar a tradição e a modernidade, sugerindo que um governo democrático deve se apoiar tanto nas leis quanto nos símbolos. Justin e a Espada da Coragem não é apenas divertido e bem realizado, ele é também muito mais maduro do que a maioria das produções do gênero.

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Estudante em teoria de cinema, pesquisador em história da crítica e editor do site AdoroCinema.
 

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